Assistentes sociais pedem proteção

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Responsáveis por uma área de alto risco, especialmente durante a pandemia, os servidores da Assistência Social que trabalham no serviço funerário reclamam que não têm recebido todos os equipamentos de proteção individual (EPI) necessários para se proteger contra a Covid-19.

“O pessoal do serviço funerário recebe precariamente os EPI, embora o trabalho deles seja altamente insalubre”, afirma o presidente do Sindsasc (Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do GDF), Clayton Avelar.

Caixões – A entidade também denuncia a falta de caixões para o sepultamento social de adultos. A responsabilidade pelo fornecimento das urnas funerárias é da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). “A população mais pobre é a mais prejudicada, principalmente nesse momento de pandemia, marcado, lamentavelmente, pelo aumento da mortalidade”, diz Avelar.

O GDF é obrigado a fornecer os caixões para o sepultamento social, como prevê o Decreto nº 28.606/2007. O texto da lei define o serviço como obrigatório pelo poder público. O benefício é concedido gratuitamente a famílias de baixa renda, que recebem até um salário mínimo per capita.

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