As tachinhas estão de volta

As tachinhas fizeram suces­so nos anos 1980 e voltaram agora com força total. Elas são ideais para serem usa­das em jaquetas, bolsas, saias de cou­ro, pulseiras, golas de camisas e até em sapatilhas. As peças com spikes combi­nam com quem adora roupas românti­cas, como blusas de rendinha ou flori­das, mas também gosta de se expressar e dar um toque ‘rebelde’ rock’n’roll di­vertido ao look.

Na hora de usar, recomenda-se a busca pelo equilíbrio. Quando os me­tais são brilhantes, é melhor se concen­trar em uma ou duas peças com eles, sendo que uma deve ser a mais mar­cante e a outra bem discreta. Os desgas­tados, foscos ou mais escuros permi­tem o uso em maior quantidade.

Não há problema em misturar apli­cações douradas e prateadas. De ma­neira geral, dourado é mais extrava­gante e chamativo e remete à ideia de glamour. Prata é mais frio, discreto. Li­gado à elegância e à discrição.

As aplicações de tachas e spikes adi­cionam volume e chamam atenção pa­ra a região em que estão. Portanto, evi­te colocá-las em partes do corpo mais avantajadas. No caso das gordinhas, é interessante optar por peças com me­tal nos ombros. As altas e as magras es­tão liberadas para explorar.

Quem tem ombros largos pode in­vestir em colares, anéis ou roupas com enfeites de metais no abotoamento ou numa estampa que fique centralizada no corpo.

Com aquela peça que você quase não usa mais, um pouco de criativida­de e um punhado de tachas e spikes, que, em geral, não são caros, você cus­

tomiza sua roupa e fica na moda.

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