Ame, ame-se, e cure sua alma

Mestre Emannuel, guia de Chico Xavier, comparou a Terra a um hospital porque todos somos doentes da alma. Ódio, mágoa, ciúme, inveja, preguiça, pessimismo, complexos, maldade, desonestidade, racismo, preconceitos, etc. são todas doenças da alma.

Não obstante, a humanidade desconhece que tudo isto é doença, e não se trata. No futuro, quando o ser humano se der conta de que é doente, o terapeuta- analista será tão importante e comum quanto o médico clínico geral.

Jesus ensinou o amor ao próximo como a si mesmo porque sabia que o amor cura as mazelas da alma. Amar, se cuidar, se libertar para poder ser útil a si e ao próximo.

Se você for uma pessoa insatisfeita, reclamará do seu lar, da prole, do trabalho, das pessoas. Enquanto não reconhecer-se como doente, continuará a incomodar e incomodar-se.

Você acha que não tem sorte no amor? Não é isso. Você afasta as pessoas com suas insatisfações. Insatisfeito, você ver problema em tudo e defeito em toda pessoa e lugar. Se você não aceita a realidade e não se aceita, qualquer relacionamento será um inferno, porque, em tudo, culpará o outro.

“O amor só é possível quando há aceitação de si mesmo, do outro, do mundo. A aceitação é o solo no qual o amor floresce”. Primeiro, trate-se, aceite-se, ame, e então, poderá amar.

Julgando-se sem sorte no amor, a balzaquiana, doida pra casar-se, ouviu do terapeuta: “Visite orfanatos e asilos, brinque com as crianças e converse com os idosos”. O que pensou o terapeuta? Melhorar o astral da moça, melhorando seu magnetismo para atrair um companheiro.

Quanto melhor o magnetismo, melhor será o parceiro, segundo a Lei de Atração. Além do parceiro, a família, amigos e colegas de faculdade e de trabalho serão beneficiados.

“Quando uma pessoa chega à plenitude do amor, neutraliza o ódio de milhões”, ensinou Mahatma Gandhi. “Quando Buda chegava num lugar, as plantas floresciam mais cedo”, ensinam os budistas.

Siga Santo Agostinho: Ame, e tudo o que você fizer estará certo.

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