Alimentos fortificados

 

Vários produtos que adquirimos no supermercado são fortificados com diferentes vitaminas e minerais. As farinhas de milho e de trigo enriquecidas com ferro e ácido fólico são exemplos desses produtos.

O diferencial entre essa fortificação e a de outros produtos encontrados no mercado é que essas farinhas são obrigatoriamente fortificadas desde 2002, como parte de uma política pública no Brasil para reduzir a prevalência de anemia na população.

Esses alimentos fortificados ajudam a complementar a dieta, mas não devemos substituir alimentos naturais, fontes de micronutrientes, por alimentos industrializados. Cada 100g ou 100 ml de produto pronto para o consumo deve fornecer 15% da ingestão diária recomendada (IDR) de referência no caso de bebidas, e 30% da IDR no caso de alimentos sólidos.

Quando encontramos os termos “alto teor de” ou “rico em”, além do tradicional “enriquecido”, trata-se de um alimento desse tipo. Se o acréscimo desses nutrientes for menor do que o descrito anteriormente, o alimento poderá ser considerado apenas um alimento fonte do nutriente em questão.

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