Alimentação materna e a saúde do bebê

Na segunda-feira (21) foi lançada oficialmente uma campanha da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul sobre o impacto da alimentação materna na saúde da criança, especialmente nos primeiros mil dias de vida, a contar o período da gestação e os dois primeiros anos da criança.  A campanha trata de um tema muito importante, mas deu muito que falar em redes sociais e até na mídia internacional, mesmo antes de ser lançada. Isso porque ela traz fotos bastante impactantes com imagens de sanduíches, refrigerantes e doces no lugar do seio materno, e o slogan “seu filho é o que você come”.

Prefiro não tomar partido, pois muita gente criticou a campanha por achar que poderia ter influência da indústria de fórmulas lácteas por trás. Mas achei a questão a ser tratada interessante para discutirmos neste espaço esta semana. Afinal, de fato, o que a mãe come durante a gestação e enquanto o bebê for amamentado tem impacto na saúde da criança. A ideia, então, é orientar as mães sobre ter uma alimentação saudável. E não somente isso, mas ter um estilo de vida saudável.

Além de a criança aprender com os pais, espelhando-se nos seus hábitos de vida, ainda dentro do útero da mãe o feto já é capaz de distinguir diferentes sabores presentes no líquido amniótico. Essa “memória” pode influenciar a alimentação da criança pelo resto da vida. Portanto, quanto maior for a variedade de alimentos consumidos pela mãe, especialmente alimentos como frutas, hortaliças, cereais integrais, oleaginosas, peixes, etc., mais fácil será a introdução desses alimentos no tempo certo, e melhor serão os hábitos da criança no futuro.

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