A nutrição e o futebol

O Brasil é o país do futebol, isso nós sabemos. Esse é o esporte mais praticado em todo o mundo, e envolve exercícios variados com intensidades diferentes de forma intermitente. Embora haja um predomínio de atividade aeróbia, os jogadores profissionais de elite tem uma necessidade anaeróbia muito elevada durante o jogo, pois se trata de um esporte de explosão.

O rendimento uniforme ao longo de todo o jogo depende do treinamento físico e da alimentação, principalmente ao que diz respeito a hidratação e a reposição de carboidratos na dieta. a preservação dos estoques de glicogênio muscular depende de estratégias nutricionais no pré e pós-treino, e são determinantes para o bom desempenho esportivo.

Existem três situações críticas para a perda de rendimento, pela presença de fadiga muscular, durante o jogo. A qualquer momento pelo aumento de concentração extracelular de potássio e menor concentração de sódio, em consequência da desidratação, no início do segundo tempo de jogo pela redução da temperatura corporal e nos últimos quinze minutos, em consequência da depleção de glicogênio muscular. Alguns estudos mostram que durante o jogo de futebol o glicogênio muscular pode ser reduzido em até 90%, o que compromete o rendimento principalmente nos “sprints” do jogo.

Portanto, é fundamental para o bom desempenho no futebol otimizar o consumo de carboidratos, em quantidade suficiente para manter os estoques de glicogênio, condição primária para melhorar a performance,  além de garantir que a dieta seja também balanceada em todos os momentos, antes, durante e após treinamentos e competições.

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