A elite brasileira e a violência

A elite brasileira, a mais burra do mundo, não aceita que se gaste com educação de qualidade para incluir crianças pobres e jovens. Paradoxalmente, essa mesma elite esbraveja contra a violência causada por trombadinhas, assaltantes e sequestradores.

Burros. Acham que a violência se combate apenas com repressão. Desejam apenas a pena de morte e a redução da maioridade penal para combater os efeitos, ignorando, propositadamente, as causas, que residem, principalmente, na exclusão social.

A elite se esconde em condomínios fechados, carros blindados e filhos estudando no exterior, embora nada disso os proteja de serem alcançados diariamente pelos criminosos que infestam as ruas.

Em 1982, Darcy Ribeiro, o fundador da Universidade de Brasília (UnB), já advertia: “se não investirmos em escolas de qualidade, no futuro não teremos dinheiro para construir presídios suficientes”. É o que constatamos hoje.

 Contrariamente à nossa realidade, assistimos o noticiário falar em fechamento de presídios em vários países da Europa por falta de ocupantes; países que investiram em educação de qualidade.

Nas próximas eleições, teremos vários representantes da elite com seus discursos de exclusão, embora um deles tenha sido formado numa escola gratuita e de qualidade do Exército Brasileiro; tipo de escola que deveria existir para toda a população.

Recentemente, esse candidato foi batizado numa igreja evangélica sem ser questionado pelo pastor sobre suas ideias de violência, tortura e pena de morte. Hoje, mais do que nunca, todo  brasileiro consciente deve insistir na tese: Fora da Educação não há salvação”.

A violência só aumentará enquanto combaterem apenas seus efeitos. Pelo jeito, só acordarão quando o Brasil se transformar numa terra sem lei, com um povo ainda mais dominado pela barbárie e pela força dos endinheirados.

Sem educação não é possível Ordem e, tampouco, Progresso!

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