​Hemocentro faz campanha “Quinzena do doador”

Com a proximidade do fim de ano, a Fundação Hemocentro de Brasília realiza a campanha “Quinzena do doador”. O objetivo é convidar os doadores – principalmente da tipagem O positivo ou negativo – para fazerem sua contribuição e reforçar a reserva estratégica para o Natal e Ano Novo.

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O Hemocentro pretende fidelizar os colaboradores tipo “O”, já que a maior parcela da população possui essa tipagem sanguínea. Por isso, até o dia 13 de dezembro, todos os doadores “O” que comparecerem ao Hemocentro durante a Quinzena receberão senha para atendimento preferencial.

“Neste período, sempre corremos o risco de ter os estoques diminuídos, porque nas épocas de festividades as pessoas acabam se esquecendo de passar no Hemocentro. Além disso, necessitamos de um estoque estratégico, já que a população está mais exposta nas estradas e eventos festivos, o que aumenta o risco de acidentes” lembrou o assessor de Planejamento do Hemocentro, Rodolfo Duarte.

De acordo com os dados parciais, 48.147 bolsas de sangue foram coletadas de 1 de janeiro à 31 de outubro deste ano. O valor representa o aumento de 3,1% no número de doações em relação ao mesmo período de 2015, quando houve 46.666 doações. “O Distrito Federal tem conseguido manter um índice crescente de doação. Temos que parabenizar a população por ter ouvido e atendido os chamados do Hemocentro”, complementou Duarte.

Todos os tipos de sangue são importantes para o Hemocentro. Porém, algumas tipagens tem maior requisição, que são as negativas. Isso porque há menos risco de haver intercorrência nas transfusões. “Em algumas situações, em que não há tempo de se fazer a testagem sanguínea, uma pessoa acidentada recebe o “O” negativo porque salva vida sem maiores intercorrências. Quem tem O negativo é o doador universal”, explica.

O bombeiro Walcir Gomes, 47 anos, conta que começou a doar sangue há 25 anos para atender um chamado de um amigo que precisou. “Desde então, venho pelos menos três vezes por ano. Não tenho ideia de quantas bolsas de sangue já doei. Sei que é para ajudar quem precisa”, disse.

Outra doadora fiel é Lorena Barine, 33 anos. Segundo ela, desde os 18 anos faz essa contribuição. “Vim depois de receber um convite de uma amiga. Sei da importância e venho principalmente quando está perto de feriados, já que muita gente esquece”, afirmou, ao apresentar a carteirinha de doadora.

“A demanda é diária e está sempre ’em alta’ em razão desse público. Eles não deixam de precisar de sangue”, disse Duarte.

 

PACIENTES CRÔNICOS – As pessoas imaginam que quem mais precisa de sangue são os acidentados. Porém, o maior público são os pacientes crônicos que têm doenças como anemias hereditárias, transplantados e leucemia. “A demanda é diária e está sempre ’em alta’ em razão desse público. Eles não deixam de precisar de sangue”, disse Duarte.

 

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