Setembro – Prevenção ao suicídio

Juntando-me aos idealizadores da campanha: “Setembro – prevenção ao suicídio”, teço algumas considerações sobre este tema tão complexo e doloroso. Se você nunca deu atenção aos seus pensamentos negativos, e deixa-os que transitem livremente, você está em perigo. Sim, são eles que poderão tirar-lhe a alegria e a vontade de viver se você não acordar e tomar atitudes para que isso não ocorra. São os pensamentos que precedem as atitudes. É preciso fortalecer a vontade pelo desenvolvimento da sabedoria.

O suicídio geralmente acontece após um longo processo de fixação na ideia que pode vir por frustração, vergonha, complexos, revoltas, depressão, culpa, ou apenas para chamar atenção de alguém etc. Adotando-se esses e outros falsos motivos, e não acreditando que a vida continua, pode-se chegar à conclusão equivocada de que não vale a pena viver.

O suicida geralmente não pensa no sofrimento que vai causar aos familiares, colegas e amigos, e para isso, justifica-se: a sua dor é colocada acima de tudo e de todos. Fechando-se na ideia, nada mais enxerga.

Prevenção ao suicídio é tarefa primeira de pais, professores, psicólogos e religiões. O enfoque na vocação, com consequente sentido da vida; a visão do Deus amoroso do Novo Testamento; os estímulos para que se tire ensinamentos dos fatos desagradáveis; e o questionamento sobre o ato em si, são recursos importantes para todos.

“Viver é enfrentar problemas. O modo como você os enfrenta é que faz a diferença”. Enfrentando-os, fortalece-se, fica-se sábio e os problemas são sentidos cada vez com menos intensidade. Enfrente-os e ajude o outro a superar.

Com o Mestre Emmanoel aprendemos: “quem ajuda o outro a resolver problemas acaba arrumando maneiras de resolver os seus”.

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