Saber viver

O mundo teve uma surpresa agradável nos anos 80, quando o psicólogo americano Howard Gardner anunciou a “teoria das inteligências múltiplas”, com seus nove tipos (lógico-matemática, linguística, musical, espacial, corporal-cinestésica, interpessoal, intrapessoal, naturalista e existencial).

Posteriormente, em 1995, Daniel Goleman popularizou a denominada “inteligência emocional”, definida por ele como “capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos”.

A última boa surpresa nesta área veio da física e filósofa americana Danah Zohar, com a “inteligência espiritual”, que, segundo ela, é responsável pelo significado da existência humana, experiências espirituais e facilidade para o entendimento de textos sagrados. Mas, será que já descobriram todos os tipos? Não. Ainda faltam descobrir a “inteligência dos seres iluminados” e a inteligência de Saber Viver.

É por não saber viver que temos tantas pessoas infelizes na terra. Saber viver implica em ter os três corpos (mente, corpo e alma) em harmonia. A criatividade e desenvolvimento são os alimentos da mente. Atividade física, prazer (de ter, de fazer e de ser), sáude e segurança são os principais alimentos do corpo.

Já a caridade, o amor em ação, no dizer do filósofo Huberto Rhoden, é o principal alimento da alma. Sem esquecer a prática diária da gratidão. Os seres iluminados sabem viver porque amam e, com eles, seus exemplos e seus livros, devemos aprender a viver.

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