Professores repõem dias parados

Multidão de professores aglomerada em frente ao Palácio do Buriti para protestar contra direitos. Foto: Gabriel Pontes

 

Após encerrar a greve que durou de 15 de março a 12 de abril, o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) negociou com o governo a reposição dos dias parados, que deve ser feita até o 2 de setembro. De acordo com um dos diretores do Sinpro, Cláudio Antunes, a definição desse calendário é o desdobramento final da greve. “As discussões ressaltam o compromisso da categoria de garantir 200 dias letivos aos alunos”, frisa.

O calendário de reposição foi firmado na segunda-feira (17) durante reunião entre representantes da Secretaria de Educação e do Sinpro. Ficou estabelecido que de 23 a 27 de julho será o recesso obrigatório para todas as unidades escolares. As reposições não poderão ser feitas aos domingos e feriados e deverão ocorrer no turno original de cada turma.

Autonomia – Dentro do prazo estipulado, cada escola tem autonomia para definir quando será atualizado o conteúdo perdido. A proposta é que ocorra aos sábados e dias móveis — datas que as escolas costumam emendar com feriados, sem prejuízo do cronograma letivo obrigatório.

De acordo com o subsecretário de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação do GDF, Fábio Pereira de Sousa, as negociações foram positivas. “Essa reposição é de fato muito importante, e todos os setores têm interesse em fazê-la. Também orientamos aos pais que acompanhem as aulas via conselho escolar”, enfatiza.

Negociações – O governador Rodrigo Rollemberg comprometeu-se a pagar, de julho a dezembro deste ano, as pecúnias referentes às licenças-prêmio não usadas dos servidores que se aposentaram em 2016. Conforme a disponibilidade financeira, o governo também dará continuidade aos estudos referentes à implementação das metas previstas no Plano Distrital de Educação.d.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(s);

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