Para pensar

“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão”. (…) ”Somente quando os oprimidos descobrem o opressor, e se engajam na luta organizada por sua libertação, começam a crer em si mesmos, superando, assim, sua “convivência” com o regime opressor. Se esta descoberta não pode ser feita em nível puramente intelectual, mas da ação, o que nos parece fundamental é que esta não se cinja a mero ativismo, mas esteja associada a sério empenho de reflexão, para que seja práxis”.

     Paulo Freire – Pedagogia do Oprimido (1968).

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