Mino Pedrosa, um fanfarrão

Na segunda-feira (9) à tarde, na condição de editor do site e do jornal Brasília Capital, fui à Câmara Legislativa em busca de notícias para nossos leitores e seguidores. Conversei com alguns assessores e tentei contatos com deputados distritais que eventualmente estivessem na Casa. No terceiro andar do prédio, visitei o gabinete do distrital Chico Vigilante. Ele não estava. Fui atendido por sua assessora de imprensa, Idalina, e, em seguida, pelo chefe de gabinete, Fred. Este me acompanhou até o corredor, onde nos encontramos com um grupo de três pessoas, entre elas Laécio Alencar, colaborador da coluna de Mino Pedrosa no Jornal de Brasília. Cumprimentei Laécio e entreguei-lhe meu cartão. Pus-me à sua disposição. Surpreendentemente, na manhã seguinte, havia uma nota na citada coluna, sob o título “Recado valioso”, sugerindo que eu poderia ter tratado de algum assunto suspeito com Vigilante. Uma total irresponsabilidade do senhor Mino Pedrosa, uma vez que seu colaborador, Laécio, me garantiu, por telefone, não ser o autor da nota. Portanto, quero deixar claro ao fanfarrão Mino Pedrosa que não sou – e jamais fui – moleque de recado. Talvez ele esteja me medindo pela régua dele. E, assim, comete mais um grande equívoco.

 

Orlando Pontes

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