Lollapalooza reedita os grandes festivais

Debaixo de sol forte, fãs encararam ontem uma fila de mais de 1km para entrar no Jockey Club de São Paulo (Luiz Claudio Barbosa/Futura Press)
Debaixo de sol forte, fãs encararam ontem uma fila de mais de 1km para entrar no Jockey Club de São Paulo

O sucesso de público da segunda edição brasileira do Lollapalooza, festival de música pop encerrado nesse domingo (31/3), no Jockey Club de São Paulo, cria uma espécie de paradoxo para a realização de shows internacionais no Brasil. Nos últimos anos, produções cada vez mais caras acabam esbarrando no encalhe de ingressos — vendidos a preços até mais altos que o padrão internacional —, a exemplo do que aconteceu com Lady Gaga e Madonna, no ano passado. Na contramão do Sónar, cancelado em 2013, e do SWU, extinto ano passado, o Lollapalooza cresceu seguindo a receita da itinerância que tirou o evento do ostracismo, na década passada, e o expandiu para a América Latina. É promovido no Chile desde 2011 e chegou ao Brasil no ano passado.


Em 2012, o festival ocupou dois dias, com bandas consagradas como Foo Fighters e Arctic Monkeys, e atraiu cerca de 135 mil pessoas. Este ano, a organização incluiu o feriado de sexta-feira, aumentou a oferta de atrações — mais de 80 — e estima somar mais de 150 mil pessoas em três dias de balada. Os ingressos partiam de R$ 350 por dia (inteira), na bilheteria.


Fonte: Correio Braziliense

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