GDF descarta terceirizar Educação

Multidão de professores aglomerada em frente ao Palácio do Buriti para protestar contra direitos. Foto: Gabriel Pontes

O Governo de Brasília se comprometeu em não adotar a nova lei de terceirização na atividade fim na Educação. O anúncio pode aumentar o poder de negociação do governador Rollemberg com professores da rede pública, há 24 dias em greve. A próxima assembleia está marcada para terça-feira (11).

Professores reivindicam o reajuste salarial de 18%, pagamento da última parcela do reajuste concedido em 2013 e reposição do tíquete-alimentação. O GDF garantiu apenas o pagamento em atraso das licenças-prêmio dos educadores, e de outras categorias do funcionalismo público, em um investimento de R$ 100 milhões.

A lei da terceirização foi sancionada no dia 31 de março pelo presidente da República, Michel Temer. Antes, era permitido apenas para atividades-meio, ou seja, funções que não estejam diretamente ligadas ao objetivo principal da empresa.

Previdência

O GDF também se comprometeu a não encaminhar qualquer proposta referente à reforma previdenciária do funcionalismo distrital sem ampla discussão sobre o tema com a sociedade. No dia 21 de março, o presidente Michel Temer decidiu retirar da pauta da Reforma da Previdência os servidores estaduais e municipais. Com isso, os governadores terão que encaminhar a sua proposta para ser votada nas assembleias legislativas.

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