Fraude no cartão escolar

Com apenas 20 dias de funcionamento, o Cartão Material Escolar do Governo do Distrito Federal (GDF) destinado a alunos carentes da rede pública já foi alvo de fraude. Uma papelaria das 210 cadastradas no programa estaria envolvida no crime. O sócio-diretor de uma empresa de Samambaia, autorizada a comercializar produtos escolares por meio do cartão, Roberto dos Reis Ruas, 54 anos, teria repassado duas das três máquinas que havia recebido para o proprietário de outra papelaria não cadastrada no programa em São Sebastião. Um dos equipamentos teria ido para a empresa de José Guilherme de Jesus Filho, 48 anos. A outra máquina foi direcionada à filial do estabelecimento.
Indícios ainda não comprovados também apontam que as papelarias poderiam estar vendendo  produtos que não estão discriminados na lista de material escolar autorizado pelo benefício. 
Além disso, do total de empresas cadastradas no programa, a Polícia Civil investiga pelo menos outras 12.  Está também atrás de  outros comerciantes não autorizados pelo programa que possam estar envolvidos em fraudes. Entre elas, o superfaturamento na lista de material escolar, o que configura crime contra a licitação. Devido ao aumento dos preços, o crédito repassado pelo cartão não estaria sendo suficiente para compra dos materiais.
Fonte: Jornal de Brasília
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