Fiscalização remove 29 construções irregulares e 62 gambiarras

Taguatinga e Estrutural foram as duas cidades fiscalizadas pelo Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo, nesta segunda-feira (27). O resultado das operações foi a retirada de 29 edificações construídas em área pública sem autorização e o desligamento de 62 pontos clandestinos de energia. Cerca de 90 servidores de nove órgãos foram mobilizados, coordenados pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e pela Agência de Fiscalização.

 Quinze das construções irregulares haviam sido erguidas no último final de semana, em área em frente ao Parque Urbano, na Estrutural. Todas em feitas em madeira. A fiscalização do Governo do Distrito Federal apreendeu, ainda, 15 piquetes que eram utilizados para demarcar os terrenos ilegais. Trinta pontos clandestinos de energia foram desligados no local.

Ainda na Estrutural, em área de proteção ambiental próximo aos limites da Floresta Nacional, seis edificações feitas em madeira foram retiradas, junto com 30 gambiarras, duas cisternas, duas fossas e 60 metros lineares de cerca. Próximo à Vila Olímpica da Cidade, foram mais cinco edificações e 30 metros lineares de tapume.

Em Taguatinga, a operação foi realizada no Assentamento 26 de Setembro, próximo à saída para Brazlândia. A ação começou pela avenida principal, Chácara 131, onde uma edificação, de 225 metros quadrados de área, foi erradicada e uma fossa entupida.

Outra obra irregular foi retirada da Chácara 10A, onde um ponto clandestino de energia foi desligado. Na Chácara 6A, uma edificação, uma fossa e uma gambiarra acabaram erradicadas.

Os órgãos de fiscalização do GDF devem manter operações de vigilância nesses locais para evitar novas tentativas de ocupação. Os responsáveis por incentivar ou vender lotes em áreas públicas, se identificados, poderão ser presos.

Participaram da operação Seops, Agefis, Polícia Militar, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Companhia Energética de Brasília (CEB), Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) e Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb).

 

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