“Fábrica Social” recebe representantes do Banco Mundial

Representantes do Banco Mundial visitaram ontem, na companhia do governador Agnelo Queiroz, o projeto “Fábrica Social”, centro de capacitação profissional criado pelo governo local para oferecer instrução e estimular a inserção de pessoas no mercado de trabalho.

“Todos os que aqui estão são recrutados do Cadastro Único dos programas sociais. Nosso objetivo principal é preparar essas pessoas para o mercado de trabalho e estamos vendo eles serem absorvidos por empresas antes do que esperávamos”, explicou Agnelo, durante apresentação aos visitantes.

Na ocasião, foram apresentadas aos integrantes do Banco Mundial as diversas áreas que compõem a estrutura do projeto, como a criação de camisetas, bonés, bolas de futebol e redes esportivas, momento em que o governador pode explicar o funcionamento do local e conversar com as pessoas que participam do “Fábrica Social”.

O estudante Weverton Pereira, 16 anos, morador da Cidade Estrutural, há quatro meses é um dos integrantes do projeto que produz camisetas e se diz realizado.

“Nesse tempo em que estou aqui aprendi muita coisa e estou me profissionalizando para o futuro, para ter uma vida melhor. Pretendo fazer, em dois anos, mais quatro cursos aqui no “Fábrica Social” e melhorar ainda mais a minha vida profissional”, disse Pereira.

Diante dos exemplos bem-sucedidos, o diretor-executivo do Banco Mundial para o Brasil, Rogério Studart, elogiou a iniciativa do GDF em dar oportunidade de qualificação profissional às pessoas inscritas em programas sociais.

“Estou fascinado com o que vi aqui hoje e, para mim, esse projeto representa um exemplo de política pública que ajuda a reduzir a desigualdade social. É, na verdade, junto com o Estádio Nacional, um conjunto de obras voltadas para a Copa do Mundo que deixam um legado para a cidade”, ressaltou Studart.

De acordo com o secretário extraordinário da Copa, Cláudio Monteiro, a visita dos integrantes do Banco representa uma forma de o governo local mostrar os investimentos feitos na capital.

Ao mesmo tempo, o titular da pasta destacou que os exemplos do DF, quando apresentados ao Banco Mundial, podem ser implementados também em outras localidades do mundo.

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