Fábrica Social reabre inscrições

O programa “Fábrica Social” abriu ontem (10) as inscrições para a segunda etapa da capacitação, e os interessados em se candidatar a uma das 571 vagas devem ligar para o 156, entre 7h e 19h, todos os dias da semana, inclusive sábados e domingos, até o dia 22 de setembro.

No primeiro dia de incrições  mais de 800  pessoas se cadastraram no projeto de qualificação profissional que capacitará beneficiários do “DF Sem Miséria”.

“Meu sonho é ter carteira assinada e sei que vou conseguir. Esse projeto veio na hora certa, agora posso ter uma profissão”, comemorou a dona de casa Eva Lúcia, um dos 1,2 mil participantes da primeira fase do “Fábrica Social”, inaugurado em julho.

Para o coordenador do “Fábrica Social”, Gerêncio de Bem, o interesse da população demonstra a credibilidade do programa.

“Temos recebido uma resposta rápida da comunidade em relação ao projeto, e isso aumenta nossa responsabilidade. Com toda essa procura, corre o risco de preenchermos todas as vagas ainda hoje”, destacou.

QUALIFICAÇÃO – A ação permite aos participantes aprender a operar máquinas e confeccionar itens esportivos como bolas, redes, uniformes escolares e jogos educativos.

Para isso, recebem auxílio-transporte, alimentação e, conforme a produção individual, uma quantia que pode chegar a R$ 2 mil por mês.

O aprendizado dura até dois anos e inclui ainda a realização de palestras e oficinas.

Podem participar os inscritos no Cadastro Único para Programa Sociais do governo federal e do DF com renda familiar per capita de até R$ 140, com o seu cadastro atualizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

A idade mínima é 16 anos, e pessoas com deficiência, idosos e adolescentes em conflito com a lei, a partir de 14 anos, também têm preferência.

INCENTIVO – Além de possibilitar a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social e o combate às desigualdades no DF, o programa incentiva o esporte e a economia local, pois os materiais produzidos pelos beneficiários serão destinados a escolas, creches, presídios, unidades de internação, ruas de lazer, entre outros.

A expectativa é que sejam produzidos mais de 3 milhões de produtos.

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