Esperando a alma gêmea? Mexa-se!

Alma gêmea sempre foi assunto recorrente no meio esotérico, mas “assanhou” a comunidade espírita quando Emmanuel – guia de Chico Xavier – endossou a tese, afirmando que se encontrava com Lívia, sua alma gêmea, em regiões mais altas que aquelas habitadas por ele.

Posteriormente, Paulo Coelho, no livro Brida, voltou a “apimentar” o assunto, “ensinando-nos” a reconhecê-la. Reservas à parte, a alma gêmea, ou apenas uma pessoa bem interessante, não encontrará alguém que não gosta de sair, tem personalidade anti-social ou é bem desconfiada.
Não é pouca a quantidade de boas pessoas que chegam ao final da vida na solidão porque não puderam ser encontradas. Em regra, o solitário (ou solitária), com o passar dos anos, se “enche” de manias e ideias de perfeição e moralismo, tornando difícil o endereço para o “carteiro do amor”.
Outros (e outras), ainda, se desesperam e se entregam a qualquer um que apareça, transformando sua vida num tormento, acorrentando-se numa algema, embora iludido (a), tenha inicialmente pensado tratar-se de alma gêmea.
Esperando a alma gêmea? Mexa-se! Procure ser uma pessoa interessante daquelas que sua companhia gostará de conversar até na velhice.
A graça não é de graça!

Fonte:

Deixe um comentário