Elas têm a força!

Dra Janete Vaz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Sabin quando falava ao grupo Mulheres Empreendedoras. Foto Marcela Penna/ Brasília Capital

“Não fazemos fofocas. Fazemos gestão compartilhada”. Com esta frase, entre risos e aplausos, a médica Janete Vaz concluiu, sábado (8), sua palestra na Terceira Rodada de Negócios do Grupo Mulheres Empreendedoras, quando apresentou seu modelo de gestão no Grupo Sabin, do qual é presidente do Conselho de Administração. Ela ressaltou o potencial feminino na gestão dos negócios em Brasília, exemplificando que 77% da força de trabalho do Sabin são mulheres, e 71% dos cargos de chefia são ocupados por elas.

Com mais de 40 milhões de exames realizados por ano, R$ 740 milhões como resultado financeiro em 2016 e 4 mil funcionários nas 225 unidades, os laboratórios Sabin são geridos pelo ciclo: atrair, desenvolver, desafiar, reconhecer, recompensar e comemorar. Com esse modelo Dra Janete tem um baixo turnover (rotatividade de empregados) e estimula sua equipe com o slogan “tire o seu sonho da gaveta!”.

Na mesma linha também atua a fisioterapeuta Sarah Brandão, PHD em sua especialidade, que falou em seguida. Sarah mostrou que o sonho de não mais sentir dores é possível, pelo menos no que tange a problemas musculares. Destacando a importância da postura, explicou que o envelhecimento começa dos 28 aos 30 anos. A partir daí, a pessoa perde 1% das funções corporais a cada ano.

O segredo para a longevidade com qualidade de vida está, dentre outras coisas, num condicionamento físico seguro. Com equipamentos belgas de última geração, carinho e atenção, seus clientes – incluindo adolescentes – com a síndrome da dor podem sonhar com a melhoria de quadros inflamatórios, da mobilidade e da flexibilidade, evoluindo em seu condicionamento físico.

A fisioterapeuta, Dra Sarah Brandão, durante palestra na Rodada de Negócios. Foto Marcela Penna/~Brasília Capital

Após a apresentação desses dois cases de sucesso protagonizados por gestoras, as mais de 50 mulheres que compareceram ao encontro iniciaram discussões sobre seus negócios, parcerias, novos produtos e serviços. A cada 20 minutos elas trocavam de mesa, para terem a oportunidade de falar com o maior número de empreendedoras.

Duas jovens estudantes – Nathália (17) e Marina (23) – se interessam pela área de saúde. A primeira quer ser médica, a outra, auditora. Atentas, aproveitaram não só a apresentação dos dois cases de sucesso, mas participaram das rodadas de negócios, conhecendo novas possibilidades e caminhos profissionais.

Dentre as empreendedoras com quem puderam conversar estavam Marcela Milhomem, coach de empreendedorismo pessoal; Isabel Lira, consultora de imagem; Francielle Pícolo, representante da Vinícula Santa Augusta; a arquiteta Bárbara Bertin e a odontologista Raquel Saraiva de Paula, da Orallis.

Os negócios e as conversas refletiram a diversidade de segmentos empresarias. A psicanalista Cinthia Folgierini destacou a importância de seu trabalho com meninas que pouco conversam com os pais, assim como seu serviço de home care, fazendo atendimento domiciliar para pessoas que apresentam depressão e outros quadros complexos.

Na mesa ao lado, a advogada Deirdre Neiva explicava a relevância da parte relacional do trabalho, destacando a importância da confiança entre clientes e profissionais. No comando das discussões, Ana Paula Guedes trazia as novidades do exterior, apresentando novos parceiros e modelos de negócios.

Como um rio contornando os obstáculos, todas essas mulheres rumam para o mar, um mar de possibilidades para empreender, construir, transformar positivamente suas vidas e a cidade de Brasília.

Mulheres empreendedoras em foto conjunta com Ana Paula Guedes (de vermelho, sentada, ao centro) a idealizadora do grupo. Foto Marcela Penna/ Brasília Capital
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