Debandada de servidores esvazia Comissão de Direitos Humanos

Marco Feliciano durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados

Marco Feliciano durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (Andre Borges/Folhapress)
A permanência do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos e Minorias provocou uma debandada de servidores. Dos dezenove funcionários que trabalhavam no colegiado, somente dois ficaram. Alguns foram dispensados, outros pediram para sair. Com a debandada, acredita-se que pode ocorrer um prejuízo de perda de “memória” do trabalho na comissão, já que há risco de se perder o que vinha sendo feito pelos servidores. Exercendo a presidência sob protestos, Feliciano será levado ao Conselho de Ética pelo PPS pela suspeita de uso de recursos da Casa em proveito próprio.
A assessoria do deputado do PSC afirmou que o processo de substituições é “natural”. Diz que alguns dos servidores pediram desligamento ao longo do mês e outros foram dispensados para que o deputado pudesse formar sua própria equipe. Dos dezessete funcionários que saíram, doze são efetivos da Casa e estão sendo realocados em outras atividades. Os dois servidores que ficaram pediram ao parlamentar para continuar.
Servidores que atuaram na comissão contam que sete deles deixaram os cargos por diferenças ideológicas assim que Feliciano foi eleito.
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