Croácia é palco de intolerância étnica

A Croácia, que passará a fazer parte da União Europeia (UE) em julho deste ano como membro de pleno direito, vive um momento complicado no qual um forte sentimento nacionalista contra os sérvios revela um “persistente” potencial de intolerância étnica.

Este negativo e preocupante fenômeno, que marcou os conflituosos anos da década de 1990 no país – e que muitos pensavam que tinha ficado atrás – é impulsionado pela direita política que agora, com a proximidade das eleições para o Parlamento Europeu, em abril e para as autoridades locais, em maio.

Já há vários meses que os nacionalistas ameaçam impedir que o governo do social-democrata Zoran Milanovic introduza na cidade de Vukovar o cirílico sérvio como segundo alfabeto oficial.

Um líder de veteranos de guerra e funcionário do maior partido da oposição – o conservador HDZ (União Democrática Croata) – chegou até a propor uma “análise étnica” do DNA de Milanovic, segundo o jornal “Slobodna Dalmacija”.

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