Citado como parte de ‘meio podre’ no GDF, subsecretário fala à CPI da Saúde

 
 
Marcello Nóbrega (segundo da direita para a equerda) depõe à CPI da Saúde nesta sexta-feira (19) (Foto: Alexandre Bastos/G1)
Marcello Nóbrega (segundo da direita para a equerda) depõe à CPI da Saúde nesta sexta-feira (19) (Foto: Alexandre Bastos/G1)

 

Citado nos grampos da sindicalista Marli Rodrigues sobre um suposto esquema de pagamento de propina na Secretaria de Saúde, o subsecretário de Infraestrutura e Logística Marcello Nóbrega deu explicações à CPI da Saúde nesta sexta-feira (19). Ele é mencionado como parte de um “meio podre” na pasta.

Em um organograma supostamente desenhado pelo antecessor dele no cargo, Marco Júnior, Nóbrega aparece como ligado à primeira-dama Márcia Rollemberg e responsável por contratos de manutenção de veículos do governo supostamente fraudados.

Em notas já divulgadas anteriormente, Nóbrega nega relação com irregularidades.

A sessão, realizada no auditório da Câmara Legislativa, começou com atraso de meia hora. Todos os parlamentares da CPI compareceram à sessão: Wasny de Roure (PT), Roosevelt Vilela (PSB), Cristiano Araújo (PSD), o relator, deputado Lira (PHS), e o presidente da comissão, Wellington Luiz (PMDB).

Ausente na audiência da CPI que ouviu o ex-secretário Fábio Gondim, o deputado distrital Cristiano Araújo (PSD) justificou o seu não comparecimento na audiência desta quinta-feira (18) porque, segundo ele, cumpria agenda com candidato à prefeitura de Valparaíso (GO).

Araújo é citado em grampos de Liliane Roriz (PTB) como responsável por articular pagamentos a empresas de UTI que supostamente rendeu 7% de propina para deputados.“Quero repudiar qualquer tipo de ilação que é feita ao meu nome por terceiros. Não autorizo ninguém falar em meu nome e repudio as gravações feitas [pela distrital Liliane Roriz].”

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