Amanhã, primeiro dia do ano letivo na maioria das escolas públicas, muitos alunos não vão encontrar as salas de aula da forma como gostariam. Isso porque nem todas as unidades que precisavam de reparos foram contempladas. O Tribunal de Contas (TCDF) constatou, em fiscalização, que mais de 87,4% das instituições de ensino não têm estrutura física nem pedagógica compatível com as atividades. O motivo indicado pelo órgão se deve à insuficiência dos serviços de manutenção ofertados pelo governo. 
Para 2013, do total de 652 escolas, 568 precisariam ser reformadas. Porém, a Secretaria de  Educação (SEDF) informou ter feito melhorias em 392 unidades. Segundo a pasta, foram investidos  R$ 21 milhões na aquisição de 140 mil conjuntos escolares de mesas e carteiras para educadores e alunos. Desse total, quatro mil são adaptados a alunos com deficiência.
Ao percorrer algumas escolas, o Jornal de Brasília identificou muitas unidades que apresentam problemas crônicos desde a sua criação. É o caso  da Escola Classe 52, na QNM 38 de Taguatinga. Ali, 388 crianças  de seis a 12 anos  passam um sufoco para alcançar o aprendizado em uma escola improvisada há 23 anos. A unidade está localizada em um espaço de 700 metros quadrados, mas possui uma área abandonada com dimensão de 30 mil metros. 
Promessas
Os pais se queixam do comodismo das autoridades.
Fonte: Jornal de Brasília
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